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Filha da Iyalorixá Mãe Márcia D'Oxum e do Professor Luiz Fernando. Arethuza Dória é nascida, criada e luta pela cultura de São Gonçalo e dos povos e comunidades tradicionais e originárias de matriz africana. Fez parte de inúmeros projetos e ações socioculturais realizados pelo terreiro Egbe Ilê Iyá Omidayê Ase Obalayó, entre eles o projeto Matrizes Que Fazem, que atendia diretamente 700 famílias do Morro do Céu e seus arredores, no bairro do Sacramento, em São Gonçalo. Desde 2008 milita nos movimentos culturais e sociais da cidade. Foi produtora do o 1º Encontro de Lideranças Religiosas de Matriz Africana. Em 2015 passa a compor a Comissão Organizadora do Presente de Iemanjá de São Gonçalo. Com sua atuação e diálogo, conseguiu, junto ao INEPAC, o tombamento do Ilê Omidayê. Assina a pesquisa e representa o Omidayê no processo de registro de patrimônio imaterial dos Blocos Afro, Afoxés e Presentes de Iemanjá no Estado do RJ, em parceria com o INEPAC/SECEC. Realizadora do aplicativo IGBA, que tem como objetivo mapear, organizar e gerar dados para termos condições de propor políticas públicas para todos e todas e palestra para faculdades sobre Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana. Arethuza é Conselheira Titular do Conselho Estadual de Políticas Culturais, Relatora da Comissão Temática dos Povos Tradicionais dentro do Conselho Estadual, e uma das lideranças apoiadoras do edital e lança sua pré-candidatura a Deputada Estadual, pelo Solidariedade, para continuar a luta pela cultura, diretos humanos, mulheres, povos tradicionais, em especial os projetos que tem em comunidade, em mais uma frente.